A vida Num Instante Triste
O ouvido, o olho sem remédios quentes
O dedo, o braço que sufoca a mente
Amanhã volto a Kongo-fongo, onde a música molhada aquece os bares poluídos dia sim...
Noite também...
Sem água!
Sem calor!
Os narizes, os cérebros são idiotas pretensiosos
As bocas, os corações são mentecaptos egocêntricos
Hoje vou a Kongo-fongo, onde as druidisas são transparentes pelos que buscam a pedra do jogo. Que ainda dura quando acaba, e machuca quando termina.
A quem possa interessar:
O VELHO
O dedo, o braço que sufoca a mente
Amanhã volto a Kongo-fongo, onde a música molhada aquece os bares poluídos dia sim...
Noite também...
Sem água!
Sem calor!
Os narizes, os cérebros são idiotas pretensiosos
As bocas, os corações são mentecaptos egocêntricos
Hoje vou a Kongo-fongo, onde as druidisas são transparentes pelos que buscam a pedra do jogo. Que ainda dura quando acaba, e machuca quando termina.
A quem possa interessar:
O VELHO
